Desenvolvemos uma intervenção integrada para a prevenção e combate à violência doméstica:

  • Funcionamento do Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica
  • Dinamização de Grupos de Ajúda Mútua
  • Acompanhamento de agressores
  • Realização de actividades pedagógicas sobre o tema em contexto escolar
  • Organização de iniciativas de sensibilização


Promovemos a igualdade de género através de:

  • Acções de formação
  • Sessões de sensibilização, debates e campanhas
  • Concepção e desenvolvimento de Planos para a Igualdade
  • Produção de materiais pedagógicos
     

Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica

Prestamos os seguintes serviços:

  • Apoio psicológico
  • Encaminhamento Social
  • Informação Jurídica

 

Os serviços do Gabinete de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica da CooLabora são gratuitos e confidenciais.


Horário de funcionamento:

Covilhã

 

Segunda a Sexta-Feira das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00*

 

Rua dos Combatentes da Grande Guerra, 62, R/CH (junto ao Jardim Público da Covilhã)

 

6200-020 Covilhã

 


 

Belmonte

 

Edifício da Santa Casa da Misericórdia

 

Terças-feiras das 14h30 às 17h30

 

* Pode solicitar atendimento em horário pós-laboral

 


Contactos:

Telefone: 275335427

 

Telemóvel: 963603300 (24 horas)

 

E-mail: apoiovitimacoolabora@gmail.com

 


Download do folheto informativo: Folheto GAVVD em PDF



Estratégia de Combate à Violência Doméstica e de Género

Mais recentemente, a intervenção no âmbito da prevenção e combate à violência doméstica e de género na região foi alargada e reforçada com a assinatura de um protocolo, a 24 de Junho de 2016, promovido pela Secretaria de Estado para a Cidadania e a Igualdade, para a implementação da Estratégia de Combate à Violência Doméstica e de Género, que abrange os municípios de Belmonte, Covilhã e Fundão. O objectivo desta Estratégia é alcançar uma cobertura nacional progressiva dos serviços de apoio e protecção às vítimas de violência doméstica e de género.

 

O protocolo foi assinado em Belmonte e prevê a criação de um novo Gabinete de Apoio a Vítimas naquele concelho, pressupondo uma resposta que envolve de forma articulada 20 instituições, entre elas as autarquias, a CooLabora, a Universidade da Beira Interior, Ministério Público, forças policiais (PSP e GNR), serviços de saúde, medicina legal, entidades com competência em matéria de emprego e protecção social, escolas, entre outras.


Parceria da Iniciativa Violência Zero

A Estratégia de Combate à Violência Doméstica e de Género nos concelhos da Covilhã, Belmonte e Fundão pressupõe uma resposta que envolve de forma articulada 20 instituições, designadamente:

  • Administração Regional de Saúde do Centro (Centro Hospitalar Cova da Beira, E.P.E.; ACES Cova da Beira; Centro de Respostas Integradas de Castelo Branco)
  • Centro Distrital de Segurança Social de Castelo Branco
  • Comando Distrital da Polícia de Segurança Pública de Castelo Branco
  • Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana de Castelo Branco
  • Comissão de Protecção de Crianças e Jovens da Covilhã
  • Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Belmonte
  • Comissão de Protecção de Crianças e Jovens do Fundão
  • Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género
  • CooLabora
  • Delegação Regional do Centro do Instituto de Emprego e Formação Profissional
  • Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
  • Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares – Direcção de Serviços da Região Centro
  • Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, I.P.
  • Município da Covilhã
  • Município de Belmonte
  • Município do Fundão
  • Pinus Verde
  • Procuradoria da República da Comarca de Castelo Branco
  • Secretaria de Estado para a Cidadania e a Igualdade
  • Universidade da Beira Interior

     
Rede Violência Zero com o Manifesto da Marcha pelo Fim da Violência contra as Mulheres (Covilhã, 25 de Novembro de 2015)

 

Manifesto: Violência contra as Mulheres

Consulte e subscreva no link abaixo o Manifesto: Violência Contra as Mulheres.


Participar na batalha pela eliminação da violência contra as mulheres é, ao mesmo tempo, um dever cívico e uma exigência ética. Se a violência, nas suas múltiplas expressões, é sempre um fenómeno do domínio do irracional, a violência contra as mulheres é, seguramente, pela sua natureza de ignomínia, cobardia e indignidade, um barómetro da saúde da própria democracia. Pode dizer-se que a realidade que exprime socialmente a violência contra as mulheres traduz sempre, de forma nítida, profundas feridas da matriz civilizacional da sociedade, onde se inscreve o conjunto de direitos que se costumam designar por elementares e intrínsecos à própria condição da humanidade.


Apesar de todos os avanços e das transformações no domínio da mentalidade, a violência contra as mulheres permanece uma situação gravíssima em Portugal, o que denota o atraso cultural (a violência tem sempre uma raiz cultural) da sociedade portuguesa. Basta olhar o quotidiano português, a espuma dos dias que emerge na comunicação social, para se avaliar como o absurdo dessa violência de género permanece realidade persistente e dramática.


Tudo isto decorre, é verdade, num contexto mais vasto e de longa duração, em que os estigmas da subalternização da mulher na sociedade dão a imagem precisa de profundas desigualdades cujos traços se reflectem amplamente na tipologia de uma violência, enraizada nas relações de poder assimétricas entre homens e mulheres, cabendo a estas representações sociais que as remetem, com insistência, para papéis secundários.


E, no entanto, a violência contra as mulheres, não sendo fenómeno residual, é uma realidade, em larga medida, ainda oculta na sociedade, apesar do universo de crimes que ela contempla: a maior causa de morte e invalidez nas mulheres com idade entre os 16 e 44 anos. À questão das agressões físicas é preciso juntar as de carácter psicológico, que são ferida funda e que as mulheres sofrem no silêncio, num espaço de toleradas impunidades.


Há, ainda, à volta desta problemática, uma mitologia que é urgente desconstruir. Neste sentido, é preciso que a violação de direitos essenciais que a violência contra as mulheres comporta, implique um cada vez maior trabalho de denúncia cívica, colocando na ordem do dia a exigência de uma justiça de sentido público, que não fique refém da invisibilidade do crime nem se compadeça com pressupostos ideológicos que tomam como natural a violência de género.


É preciso lutar para que a consciência pública deste drama social torne possível a sua superação. A violência contra as mulheres é uma ignomínia. Por-lhe termo é um dever de dignidade e de futuro. Uma sociedade que se considera democrática e tolera ou finge ignorar a violência contra as mulheres reproduz a morte dentro de si própria. Lutemos contra essa doença letal. Por nós todos. Pela humanidade.


Subscreva este manifesto, preenchendo o seguinte formulário.


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